9 MENTIRAS E 1 VERDADE SOBRE NETWORKING

 

Que tal mudar um pouco a brincadeira? Fazer networking parece fácil, mas antes de começar, veja se você está mesmo preparado para entrar em ação. Vamos lá!

1. Networking, em uma tradução livre, quer dizer fazer contato para assuntos de trabalho. Portanto, está diretamente relacionado avendas. Não perca seu tempo e não desperdice o tempo do seu interlocutor se não há possibilidade de negócios.

2. Networking é para relacionamento profissional. Se você está precisando de algum favor específico de alguém, não se acanhe em pedir. Mesmo que você não fale há muito tempo com a pessoa, ela vai entender.

3. Trocar confidências aproxima as pessoas e deixa o relacionamento mais “humano”.

4. Elogie sempre. Ouvir um elogio melhora o dia de qualquer pessoa e vai fazer você ser lembrado.

5. E não se esqueça do autoelogio. Muitas vezes, não há tempo suficiente para as pessoas identificarem todas as qualidades que você tem.

6. Não se preocupe em participar ativamente das redes sociais, isso é para quem tem tempo sobrando. O importante é ter um perfil e comentar alguma coisa de vez em quando.

7. Aliás, nas redes sociais, quantidade é tão importante quanto qualidade. Peça conexões sempre e não recuse nenhum pedido. Nunca se sabe se “aquela” pessoa pode ser importante no futuro.

8. Se você está indo a um evento, pesquise sobre as pessoas que estarão lá. O Linkedin, por exemplo, pode fornecer informações importantes que potencializarão seu networking.

9. Os tímidos não têm muita chance. Uma das primeiras regras do networking é que quem fala mais se sobressai.

10. Durante o evento, distribua o máximo possível de cartões de visita. Deixe as conversas para outro momento, esta é a hora de ação.

E então? Quer arriscar?

Qual a única verdade?

COMO APRENDI A GERENCIAR MEU TEMPO COM O MÉTODO POMODORO

 

Produtividade é um tema que eu persigo desde sempre. Afinal, como é possível fazer o dia se transformar em um longo período em que tudo cabe, e chegar ao fim com a sensação de dever cumprido?

Imagino que sua rotina não seja muito diferente da minha: muitas reuniões, muitos e-mails para responder, um sem-fim de decisões para tomar e os projetos que vão se acumulando. Não estou reclamando não, até porque a alternativa de não ter uma agenda cheia não é nada boa, principalmente para quem tem a própria empresa! Rsrs

Meu desafio sempre foi manter uma agenda cheia, mas organizada. Aliás, quando se é empresário, um dos principais desafios é olhar para todas as tarefas e saber o momento de fazer o que eu chamo de fechar a agenda. Em outras palavras, saber a hora de parar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em uma pesquisa sobre o assunto, encontrei um método que tem me ajudado muito a organizar o meu dia e fazer com que eu tenha mais foco e seja mais produtiva. O nome do método é pomodoro, e a origem do nome é divertida: o italiano Francesco Cirillo, inventor desta técnica, usou um despertador desses de cozinha em formato de tomate para gerenciar o tempo.

Cirillo desenvolveu essa ideia porque descobriu que quando dividimos o trabalho em blocos estimulam a atividade cerebral e aumentam o foco.

4 passos simples que me ajudaram a organizar o meu dia

Uma das razões que me fizeram gostar do método pomodoro de gerenciamento do tempo é porque ele é muito simples e fácil de ser aplicado. O método é dividido em 4 passos:

1. Listo todas as tarefas que tenho durante o dia

2. Escolho a tarefa (ou tarefas) que quero realizar e cravo 25 minutos no cronômetro do celular. Durante esse tempo, não deixo que nada me distraia e tire o foco: whatsapp, e-mail, telefonema; nada que não tenha sido programado para este período. Para evitar estresse, já combinei com minha equipe sinais de emergência para eles me acionarem nesse período, mas sabem que só devem fazer isso se for REALMENTE uma emergência.

3. Terminados os 25 minutos, faço uma pausa de 5 minutos. Levanto, tomo uma água, dou uma esticada, e volto para mais um período de 25 minutos. Às vezes, o tempo está perto de se esgotar e eu ainda não terminei minha tarefa. Aí, vale o bom senso: se estou perto de concluir, continuo em frente e faço um período de descanso um pouco mais prolongado, mas mesmo assim não deixo passar de 10 minutos.

4. Depois de 4 pomodoros, ou seja, duas horas, dou um intervalo maior, de 30 minutos, para avaliar minhas tarefas e outras coisas que queira fazer.

Para mim, o método deu tão certo que consigo agora avaliar quantos pomodoros levo para cumprir determinada tarefa e gerencio meu tempo com muito mais eficácia e eficiência. Sei que para o projeto X vou precisar de 10 pomodoros e consigo distribuí-los ao longo dos dias que tenho de prazo para desenvolvê-lo, por exemplo.

Se você já conhece esse método, compartilhe aqui o que achou, e se não conhece ainda, mas vai arriscar, não esqueça depois de me contar os resultados.

Até a próxima!

Denise Maia – Especialista em Social Business da DMS Digital.

GOOGLE MAPS NA JORNADA PARA CASA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como uma amante da sétima arte por duas vezes ao ano fico ansiosa para conseguir tempo para conferir as novidades na “telona”. Uma delas é em outubro, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, onde posso assistir a filmes que nunca chegarão a entrar em cartaz no Brasil ou ficam por pouco tempo e somente em algumas salas. E a segunda época são os 2 meses que antecedem ao Oscar.

O Oscar é esta festa feita para os americanos, que não estão preocupados com a opinião do resto do mundo. Repleto de situações que envolvem política, algumas premiações por justiça relacionadas ao passado de certos atores ou diretores, que não correspondem ao esperado para aquele ano. Sim, eu sei de tudo isso, mas mesmo assim gosto de assistir à cerimônia do tapete vermelho. E o que dizer do Oscar 2017 então? Aguardei até 2 horas da manhã para assistir à gafe de concederem por engano a estatueta à La La Land, filme leve e bem produzido, que era aposta da noite e logo em seguida perceberem que o envelope estava errado e o vencedor era “Moonlight”. E coitado do vencedor da noite, porque no dia seguinte ninguém fala de “Moonlight”, o assunto é o vexame. Foi muito divertido assistir aos tão organizados americanos envergonhados. Desculpem a maldade.

Como não estou muito preocupada com o que a academia decide, sempre tento assistir a todos os filmes indicados e definir o meu escolhido, e não foi “Moonlight”. O filme que me encantou e levou às lágrimas foi “Lion – Uma jornada para casa”.

Trata-se da história verídica do indiano Saroo Brierley, criado em uma região humilde de seu país, que se desencontrou do irmão aos 5 anos de idade, forçado a uma angustiante viagem de trem por horas até chegar, depois de muitas situações de bravura, a Calcutá. Sem saber dizer ao certo o nome da cidade onde morava e sem falar bengali, o idioma local, já que em sua região se fala o hindi, acaba adotado por um casal australiano. Vinte e cinco anos depois Saroo ainda é atormentado pelas lembranças da infância, e no desejo de reencontrar sua família, parte da Austrália para a jornada de volta a casa, como o título do filme.

E aqui chega o tema que quero abordar no artigo. Como a tecnologia mudou a história deste jovem. Sem o Google Maps jamais teria êxito em sua busca. Se você ainda não viu o filme e leu até aqui, eu peço desculpa pelos spoilers, mas é uma história real, então é possível saber do relato mesmo sem assistir ao filme. Não deixe de assistir ao filme por isso. Recomendo fortemente e pode se preparar para as lágrimas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Minha relação de amor com o Google Maps vem de uma experiência simples que presencio, por exemplo, em minha aula de inclusão digital na APAM. E meu momento preferido nas aulas é quando mostro para elas o Google Maps. Vejo a alegria daquelas mulheres com a surpresa de encontrar na tela a foto de suas casas, que as imagens de satélite permitem, ou descobrirem que há um trajeto mais rápido e até econômico, usando o transporte público, de suas casas para destinos rotineiros.

Do simples relato da descoberta das minhas alunas na APAM à emocionante história de Saroo, a conclusão é que a tecnologia mudou para sempre nossas vidas.

Que a alegria das descobertas continue nos acompanhando, facilitando e até transformando histórias de vida, como aconteceu com Saroo.

A educação é claramente o fator que irá conduzir melhorias na economia a longo prazo. No futuro, software e tecnologia irão permitir que as pessoas aprendam muito com seus colegas. Mark Zuckerberg

Até a próxima!

Denise Maia

(*) A APAM – Associação de Apoio à Mulher é uma ONG, em São Paulo, que apoia mulheres carentes, ajudando-as com cursos de capacitação, que permitem gerar seus próprios recursos financeiros.

5 DICAS INFALÍVEIS PARA EXPLORAR MELHOR O SALES NAVIGATOR

 

Percebo que ainda há muitas dúvidas sobre o potencial das redes sociais em criar oportunidades e fazer grandes negócios. A meu ver, empresas e profissionais precisam entender que, cada vez mais, o Social Selling vai ser imprescindível para o sucesso das vendas.

Com o Social Selling, é possível usar as redes sociais para entender os comportamentos e as verdadeiras motivações dos clientes e, desse modo, oferecer o serviço ou o produto de que eles realmente desejam e necessitam.

Hoje, uma das principais ferramentas de Social Selling é o Sales Navigator do Linkedin. Ele tem inúmeros recursos, mas, por vários motivos, muitas pessoas têm dificuldades em descobrir e aproveitar todas as suas possibilidades. Notei que as últimas mudanças no Linkedin deixaram alguns usuários insatisfeitos, o que também os deixa distantes dos benefícios da ferramenta.

Entenda melhor o que é Sales Navigator e como funciona

O Sales Navigator é uma ferramenta paga que ajuda a construir relacionamentos com possíveis clientes e, assim, aumentar a performance das vendas.

A ferramenta foi desenvolvida para a construção de relacionamentos sólidos. O usuário tem de administrá-lo diariamente: checar as atualizações no perfil de quem segue e identificar o momento ideal de fazer contato e criar relevância para sua marca.

Vejam estes números apresentados pelo próprio Linkedin

– 77% dos compradores acham que os vendedores não conhecem sobre seu negócio e não acreditam que eles possam ajudar. Imagine o potencial do Sales Navigator em modificar essa percepção!

– 78% das pessoas que utilizam a técnica de Social Selling realizam mais negócios do que quem não usa as redes sociais para isso. Os chamados líderes de Social Selling têm ainda 51% mais chances de cumprir cotas.

Mas não existe milagre. A receita do sucesso tem nome: dedicação. E é aí que mora o problema, porque dedicação exige tempo para conhecer o Sales Navigator, tudo o que ele oferece e tempo para administrá-lo.

Então para otimizar seu tempo vou passar aqui 6 dicas para quem está iniciando no Sales Navigator:

1) Posicionamento:

Comece respondendo a essas perguntas a respeito do seu uso ou dos membros de sua equipe comercial:

Como está o conteúdo do perfil?
E a foto? Lembre-se que o perfil é o cartão de visitas de cada profissional.
O título reflete exatamente o você faz e a marca que representa?
As informações de contato estão completas? O e-mail que aparece é o corporativo ou pessoal? Se você busca contatos profissionais no LinkedIn tem que mostrar também seu contato profissional. O seu e-mail pessoal pode estar cadastrado, mas não deve ser o principal.
Há um acesso fácil como o telefone da empresa ou celular?
E as informações sobre a empresa? Estão completas? No campo Experiência é preciso descrever exatamente quem é a empresa e o que ela oferece. Ter o endereço do site, por exemplo, é mandatório.
Que tal sua área de marketing preparar uma apresentação institucional, incluir no Slide Share e disponibilizar o link para toda a equipe? Assim não há o risco de cada um incluir a sua informação e esquecer pontos importantes.

E aqui são só alguns insights, há muito mais a verificar para saber se há um posicionamento adequado.

2) Treinamento:

Parece óbvio que é necessário mostrar para a equipe o potencial do Sales Navigator, não é mesmo?

Mas talvez seja preciso começar com o potencial do LinkedIn no uso da conta básica para depois chegar ao Navigator.

O LinkedIn possui um novo layout. Será que sua equipe conhece a nova plataforma? Sabe gerenciar os convites que recebe ou envia? Sabe organizar sua rede? Monitorar quem viu seu perfil e tomar ações em cima disto? Gerenciar bem as mensagens? E os grupos?

Há tanto o que explorar antes de mergulhar no Sales Navigator.

3) Definição da Estratégia:

Discuta com a equipe quem é o público a ser atingido e como falar com o mesmo. Não adianta conhecer o uso dos filtros avançados para construir sua base de leads se antes não tiver em mente exatamente a quem atingir.

Será que sua equipe comercial sabe exatamente quem é o decisor e como ele estaria no LinkedIn ? Quais os filtros usar para chegar nesta pessoa? Será que não há mais de um decisor? Perguntas como essas podem ajudar a definir o público alvo.

Vamos a um exemplo bem simples:

Digamos que você queira prospectar profissionais da área de COMPRAS em CURITIBA, em empresas ACIMA DE 1.000 funcionários:

 

Veja o resultado e o que é possível acompanhar dentro dos leads que podem ser salvos:

 

 

 

 

E esta busca foi bem simples. Veja o mundo de possibilidades que Lead Builder oferece:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4) Metas:

Para que haja realmente uma dedicação de tempo é preciso definir medidores como: Quantos leads cada membro da equipe precisa acompanhar? Quais serão as ações de acompanhamento destes leads?

Determine o que cada profissional deve fazer com o que foi alterado na base. E isso é possível medir através das atividades recentes.

Que tal desafiá-los a encontrar o primeiro case de sucesso e usar isto em uma reunião de acompanhamento do uso da ferramenta. O vendedor que gerou o lead pelo Sales Navigator contaria para a equipe a estratégia que utilizou.

Gerar leads é importante, mas é preciso construir uma rede, ter novas conexões. Então defina também este objetivo.

Se o profissional atende a um segmento específico, defina quantas novas conexões ele tem que ter mensalmente dentro deste universo.

Se há uma lista de contas a atingir, defina um % desta lista que tenha sido abordada mensalmente.

Verifique se os InMails disponíveis estão sendo utilizados corretamente.

5) Boas Práticas:

Já que vão gerar novas conexões, defina um texto para um convite personalizado e uma mensagem de agradecimento por cada convite aceito.

Antes de comprar, verifique se a equipe terá esse tempo para dedicação.

Essa palavra é determinante aqui: TEMPO. Pelo que foi descrito acima você já entendeu que para explorar corretamente a ferramenta é preciso planejamento e dedicação.

Sempre escuto reclamações de quem adquiriu o Sales Navigator, mas descobriu que não tinha tempo para usá-lo da melhor maneira. Entretanto, também trabalhei com muitos profissionais que conquistaram sucesso com a ferramenta.

Em muitos casos, contratar um serviço de consultoria para terceirizar a administração da ferramenta é a única saída para atingir a performance pretendida. Por meio dessa consultoria especializada para o uso adequado da ferramenta você tem a certeza e a segurança de não desperdiçar investimentos e alcançar ótimos resultados.

Quer saber mais sobre como usar o Sales Navigator? Siga a página da DMS Digital e fique de olho nas notícias e informações.

Até a próxima!

Denise Maia

5 LIVROS SOBRE GESTÃO QUE AJUDARAM A MUDAR MINHA HISTÓRIA

 

Gestão requer vontade de aprender continuamente, e há muitos livros disponíveis sobre o assunto: gestão financeira, do tempo, de projetos. Meu amigo e parceiro de negócios Ivan Cassola organizou uma seleção de 5 livros que nos orientam ao longo da caminhada empreendedora, e compartilho por aqui com vocês.

1. A estratégia Starbucks, de Joseph Michelli

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Starbucks coloca os clientes no foco de seus princípios e valores. No livro, é possível entender como mapear sua empresa com o objetivo de melhorar, em vários níveis, a experiência do cliente com sua marca (não esqueça das redes sociais!).

Isso vai desde o processo de prospecção até a cultura que a empresa defende junto a seus colaboradores, que na Starbucks são chamados de parceiros. Tudo importa para fazer a diferença e transformar clientes em apaixonados pela marca!

2. Checklist, como fazer as coisas benfeitas, de Atul Gawande

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando comecei a checar tarefas, muitas coisas mudaram. Primeiro, a segurança de saber que tudo que precisa ser feito está relacionado em um lugar de fácil acesso pode ser um aplicativo, agenda eletrônica ou até o bom e velho caderno. Segundo, o controle do que está sob meu comando e do que deleguei, além das pendências. Mas o mais importante foi quando percebi que, ao checar o andamento de minhas atividades, deixei minha cabeça livre para pensar em outras coisas. Antes, ficava sempre preocupada com as etapas dos projetos que desenvolvo. Agora sei que as coisas estão sob controle e tenho tranquilidade para pensar no que é realmente importante.

3. Davi e Golias, de Malcolm Gladwell

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando a gente abre uma empresa, encara os grandes players como nossos maiores e mais difíceis concorrentes, mas isso não é necessariamente verdade.

Ponto a ponto, este livro mostra as vantagens de ser pequeno: agilidade nas decisões, proximidade com o cliente, grande poder de inovação. É uma leitura que vai ajudar a quebrar paradigmas!

4. O mito do empreendedor, de Michael E. Gerber

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sua empresa depende de você para tudo? Então você precisa mesmo ler este livro. Ele traça a diferença entre os perfis técnico, administrativo e empreendedor e o caminho a ser percorrido para ir do ponto passado (perfil técnico) ao ponto futuro (perfil empreendedor).

Tenha em mente que sua empresa vai dar um salto enorme quando não depender inteiramente de você. Isso significa que a estratégia é tão ou mais importante que o operacional, e é com ela que você deve prioritariamente se preocupar.

5. O poder do hábito, de Charles Duhigg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Este livro foi lançado em 2012, e apesar do pouco tempo de vida já é um clássico da literatura de negócios. Não à toa deixei-o por último: mudar hábitos talvez seja uma das coisas mais difíceis da vida. Afinal, não nasce da noite para o dia e parece que fica enraizado em nosso comportamento. Com embasamento teórico e centenas de entrevistas, o livro mostra a relação entre hábitos e recompensas. Em outras palavras, as dificuldades que temos para mudar estão muitas vezes calcadas em um sistema de compensações que temos dificuldade de identificar. Definitivamente, este livro mudou minha história.

Como disse no início, a lista é extensa, mas a leitura destes cinco já provoca grandes reflexões e mudanças. E você, tem sua lista de leitura essencial? Compartilhe, deixe sua opinião e diga se algum dos livros que estão aqui também mexeu com você.

Boa leitura!

Até a próxima!

Denise Maia

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O CONTATO PELO LINKEDIN POTENCIALIZA NEGÓCIOS

O potencial do Linkedin é enorme, e cada vez mais profissionais têm tomado consciência disso. Network, troca de informações, prospecção de negócios, ascensão profissional e várias outras oportunidades de relacionamento profissional acontecem nesta rede, que por sua vez investe constantemente para aperfeiçoar a experiência do usuário.

Muitos profissionais da área de vendas sabem que atuar com eficiência no Linkedin pode ser um divisor de águas para o seu negócio, mas simplesmente não conseguem encaixar na agenda a dedicação que precisam ter. Por isso, criamos na DMS um processo de geração de lead qualificado que tem ajudado as empresas a explorar o Linkedin de forma mais efetiva. Nesse processo, assumimos o perfil de um sponsor da empresa e levantamos leads de acordo com o perfil desejado pelo cliente. A primeira abordagem é feita pela DMS, e quando o prospect quer entrar em contato encaminhamos para o nosso cliente para que ele conclua a prospecção e feche negócio

A agência Envya, que possui uma plataforma de envio de SMS, usou nosso processo de geração de lead quando se inscreveu em um dos maiores e mais importantes eventos de tecnologia do país, a Futurecom. Eles queriam chegar ao evento com leads qualificados para entrar em contato.

Nossa pesquisa rendeu a eles mais de 1.000 prospects com nome e e-mail de profissionais que participariam do evento, com os quais fizemos contato e pedimos conexão. O resultado foi tão positivo e rápido que a Envya fechou negócio poucos dias depois com uma dessas empresas, que contratou o envio de SMS para convidar as pessoas para o happy hour e as palestras que eles estavam promovendo durante a Futurecom.

Renato Vince, sócio da Envya, afirma que o trabalho de geração de lead da DMS foi fundamental para esse resultado:

É um negócio bom para todo mundo. Para nós, foi excelente, porque pudemos mostrar in loco a performance da plataforma; nosso cliente esteve com o stand cheio o evento inteiro, por causa da interação da Envya, e a DMS mostrou-se o parceiro perfeito para conseguirmos conexões importantes no Linkedin. Nossa estrutura comercial é enxuta, e não teríamos conseguido esse resultado sem o trabalho da DMS.

Se você quiser mais detalhes sobre o nosso processo de geração de lead, entre em contato com a gente: denise@dmsdigital.com.br.

Até a próxima!

Denise Maia – Especialista em Social Business

Prepare sua equipe para os desafios de 2017, peça uma proposta para um treinamento em sua reunião de planejamento para o início do ano!

Também fizemos um e-book com um passo a passo para ajudar empresas a vender mais usando o Linkedin. Clique aqui e faça o Download agora.

 

VENDEDOR NÃO, CONSULTOR DE NEGÓCIOS!

 

Até algum tempo atrás, a imagem do vendedor clássico era cercada de preconceito. Muitas pessoas atendiam esses profissionais já pensando em uma maneira de escapar da sua abordagem, pois ele era visto como um ‘enrolador’, alguém que queria levar vantagem em cima do consumidor.

Os tempos mudaram, e o processo de compra também. O consumidor não quer só entender as características do produto ou serviço, ele precisa que o que está sendo negociado resolva seu problema. Então, o processo de venda passou a ser mais extenso. Com tantas informações disponíveis, para qualquer compra de produto, é possível pesquisar características técnicas, opinião dos consumidores, várias empresas concorrentes e avaliação das lojas vendedoras.

Quando estamos falando de B2B, as empresas querem, definitivamente, resolver o problema. Assim, é cada vez mais importante que o vendedor, ou consultor de negócios, saiba como e, principalmente, SE pode ajudar a empresa. Antes de iniciar a negociação, é preciso que o consultor entenda as demandas do cliente, fazendo uma imersão no mercado em que ele atua.

O diagnóstico é o ponto mais importante do processo: se o consultor não entende o negócio do cliente e o retorno esperado dele, se não age de forma transparente, a tendência é que o negócio não prospere.

O processo de venda envolve questões complexas, como análise do mercado consumidor, definição da jornada de compra, métricas do funil de vendas e, por último mas não menos importante, compreensão do problema do cliente. Todas essas etapas são complementares e não é possível avançar numa negociação sem que elas estejam claras para o vendedor.

Assim, com tantas atribuições e um grau tão elevado de expectativa sobre este profissional, o consultor deve estar sempre atento às novas tendências do mercado e atualizar-se constantemente. Durante o processo, o vendedor deve demonstrar segurança e precisa firmar-se no mercado como um especialista na área de atuação da empresa. Ser reconhecido pelo mercado como um profissional que tem como objetivo vender, mas principalmente ajudar as empresas, faz com que os clientes adquiram confiança e transformem uma relação comercial em uma relação de confiança.

O Linkedin é uma excelente ferramenta de negócios e deve ser incluída na jornada de compras. Para o vendedor consultivo, é a oportunidade de apresentar ao mercado todo o potencial de sua empresa.

A DMS preparou um e-book com muitas dicas sobre como usar o LinkedIn para prospecção, clique aqui e faça o download gratuito.

Se você quer saber como usar o Linkedin Sales Navigator para aumentar suas vendas, entre em contato com a gente.

Até a próxima!

Denise Maia – Especialista em Social Business

QUALIFICAÇÃO: A MELHOR ALTERNATIVA PARA SUA EQUIPE DE VENDAS

 

Não é de hoje que percebemos os efeitos da era da comunicação em nossas vidas. Redes sociais como o Facebook, Twitter, Linkedin, entre outras mais novas como o Tumblr, por exemplo, estão influenciando cada dia mais as nossas ações e as ações daqueles com quem convivemos.

Se eu estou à procura de um eletrodoméstico específico no Google e, cinco minutos depois, abro meu Facebook, verei anúncios do que eu procuro em todo lugar – isso porque as redes sociais estão sendo aprimoradas para captar o que buscamos e disponibilizar conteúdos semelhantes em nossa timeline.

Essa realidade faz com que seja de extrema importância que um profissional que lide com pessoas, vendas, compras, comunicação, dentre outros ramos, saiba também lidar com as ferramentas da internet, utilizando-as para executar seu trabalho interpessoal de forma mais eficiente.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pela Russell Reynolds Associates mostrou uma demissão em massa de CMOs (diretores de marketing) das empresas norte-americanas nos últimos tempos. Segundo o levantamento, só no último ano, 48% dos 30 maiores varejistas do país trocaram seus CMOs.

Tudo isso porque as companhias têm percebido que sua equipe de vendas não tem se mostrado qualificada o suficiente para lidar com as novas tecnologias, consequentemente, sem conseguir atingir de forma eficiente a nova geração de compradores, que agora consideram o que é compartilhado na rede digital no momento de tomar decisões.

Mesmo que a pesquisa tenha sido realizada nos Estados Unidos, é possível aplicá-la também ao Brasil, um país que abriga diversas empresas grandes, nacionais e multinacionais.

Aqui, em um momento de grave crise econômica, o setor de vendas tem passado por desafios constantes e a rotatividade de equipe não é uma boa ideia no momento. Na verdade, capacitar seus funcionários, especialmente do setor de vendas, pode ser uma saída muito mais lucrativa para uma empresa.

A lógica é simples: os vendedores da sua empresa já conhecem os protocolos da companhia, já passaram pelo processo de adaptação – entendem a cultura interna – e já sabem como fazer as coisas com a marca da sua empresa. Sendo assim, por que dispensá-los se você pode torná-los ainda melhores?

Cursos de qualificação para prospecção de clientes e para o uso das novas ferramentas tecnológicas podem ser o que sua empresa está precisando. O custo-benefício está justamente em reaproveitar sua própria mão de obra, oferecendo-lhe mais capacitação para lidar com um novo ambiente de vendas sem precisar passar por toda a burocracia de treinar pessoas novas, sem o mínimo de preparo e que não conhecem a forma como sua empresa trabalha.

O ambiente digital, por exemplo, oferece inúmeras oportunidades de prospecção para incrementar a área de vendas em redes até pouco tempo sequer consideradas, como o Linkedin, que vem se consolidando cada vez mais como um ambiente extremamente favorável para novos negócios.

Conhecer o LinkedIn Sales Navigator pode ser um tremendo diferencial para sua equipe de vendas. Uma incrível ferramenta de vendas que ajuda a encontrar o perfil do potencial cliente certo com rapidez e gera recomendações de potenciais clientes personalizadas. Permite salvar os leads (potenciais clientes) facilmente e seguir suas atualizações que transforma o antigo “cold call” em conversas produtivas no momento oportuno.

Em tempos de crise, precisamos valorizar nossos funcionários e nossa empresa. Bons clientes são atraídos por bons vendedores. Lembre-se disso.

Até a próxima!

Denise Maia Especialista em Social Business da DMS Digital

A DMS criou um treinamento customizado para equipes de vendas voltado para explorar todo o potencial do Sales Navigator – Entre em contato conosco e peça uma proposta: contato@dmsdigital.com.br.

O QUE VOCÊ FAZ NAS REDES SOCIAIS DIZ MUITO SOBRE VOCÊ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sabe aquele sujeito que sai esbravejando no Facebook, mas no mundo concreto é amável, educado? Tenho certeza que agora mesmo você conseguiu pensar em alguém assim, e isso é mais comum do que se pensa.

Acontece que não é possível separar a persona digital de quem nós somos na verdade, e as redes sociais repercutem cada vez mais nossas ideias e conceitos. A grande questão é que o mundo digital não diferencia passado de presente, nas redes tudo acontece sem distinção de tempo. Por isso, é preciso prestar atenção à forma como você interage para tratar a todos com respeito ainda que você tenha opiniões divergentes – e manter a coerência.

Todos nós temos uma marca pessoal, um conjunto de comportamentos que forma nossa identidade e cria uma percepção um olhar do outro sobre nós mesmos. Essas características podem ser positivas ou negativas, depende do nosso posicionamento em relação ao outro.

Num mundo altamente competitivo, conquistar espaço no ambiente digital contribui para ser relevante também fora dele. O principal para construir autoridade é estratégia: identificar as habilidades que o diferenciam dos demais e explorar aspectos para transformá-los sempre de forma positiva.

Para isso, transparência, construção de repertório e, acredite, bom senso formam o tripé essencial para ser relevante nas redes sociais e construir uma reputação positiva. O resultado dessa visibilidade favorável vai aparecer em propostas de trabalho e network qualificado, tenha certeza.

Portanto, antes de interagir nas redes sociais, pense em como isso está colaborando para a sua reputação digital.

Em caso de dúvida, reflita e espere um pouco antes de publicar, comentar, compartilhar. Investir em sua reputação digital é uma forma de autoconhecimento e só trará coisas positivas à sua vida profissional.
Até a próxima!

Denise Maia – Especialista em Social Business

Saiba mais sobre a DMS Digital

ESSE MÉTODO VAI TURBINAR SEU NETWORK

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sempre reforço em minhas palestras e treinamentos a importância do networking bem feito e organizado para o desenvolvimento dos seus negócios.Ao ir a uma feira empresarial, uma reunião ou um evento social para empresa você provavelmente se preocupa em como explorar melhor todas as oportunidades de contatos que estão por ali, e não deixa escapar nenhuma delas.

Tenho certeza também que suas redes sociais profissionais, como páginas do LinkedIn, Facebook, WhatsApp e Twitter, estão atualizadas e preparadas para lidar com um intenso networking.

Você então retorna o contato com as pessoas que conheceu e consegue fechar parcerias e negócios valiosos para sua empresa.

Certo?

Bom, se não é bem assim que acontece, tenho uma dica valiosa que pode turbinar o seu network.

ORGANIZE SEU FOLLOW UP PELO MÉTODO 24 7 30

Uma dúvida muito comum é sobre o que fazer após conhecer uma pessoa em um evento de networking, como explorar este contato que foi estabelecido de modo benéfico para ambas as partes.

Acredito que uma das melhores formas de conseguir resultados é buscar consistência, ou seja, um método prático, fácil de aplicar, que seja adaptado a sua personalidade, a realidade de sua empresa e que possa ser repetido, para você usar nas diversas oportunidades de networking que fizer.

ORGANIZAÇÃO DO FOLLOW UP É FUNDAMENTAL

O primeiro passo para organizar o follow up (forma de voltar a conversar com os contatos feitos durante o evento, feira, reunião) é selecionar aqueles que você visualiza um potencial para o seu negócio, seja de forma direta ou indireta.

Os selecionados são aqueles que você irá dispor de tempo e energia para se aprofundar na relação e assim iniciar um contato que pode ser benéfico para você e para o outro.

Após os contatos selecionados, o método 24, 7 e 30 é bem fácil de entender.

Quando você conhecer alguém interessante em um evento de networking:

· Em 24 horas, mande uma mensagem por e-mail ou diga pessoalmente que foi um prazer conhecê-lo e que espera fazer contato novamente, isto é um modo simpático e cordial de mostrar interesse na relação de vocês;

· Em 7 dias, adicione a pessoa nas redes sociais que você usa profissionalmente, como o LinkedIn, por exemplo. Mas atenção, não use esta plataforma neste momento para vender, mas sim para estabelecer uma conexão com a pessoa;

· Em 30 dias, busque uma reunião presencial; se vocês estão perto pode ser pessoalmente em um café ou em uma visita. Caso não seja possível uma conversa pessoal, tente falar por Skype ou uma rede do tipo que permita uma melhor conversa entre vocês. Nesta conversa busque entender melhor o que a empresa faz e busque maneiras de ajudar. Novamente, não procure a venda, mas sim construir uma relação valiosa entre vocês.

Networking é mais sobre buscar semear relações para manter valiosas conexões de negócio do que caçar vendas.

E este método é um modo incrível de você conseguir consistência no processo de networking e tornar-se relevante para a pessoa com quem você estabeleceu contato.

Fonte: Faço parte de um grupo chamado BNI que está presente no mundo inteiro informações sobre como melhorar a experiência de network para que ela se reverta em negócios e parcerias.

O CEO do BNI, Ivan Meisner, publicou um vídeo com uma fórmula muito simples e eficaz, o 24 7 30, que usei como fonte para este texto. O link para o vídeo é este:

Caso você tenha interesse em conhecer o BNI, meu grupo é o BNI Next, nos reunimos todas as quintas-feiras, às 7 da manhã, no Hotel Feller – Rua São Carlos do Pinhal, 200 – Bela Vista – São Paulo. Deixe seu seu e-mail e nome da empresa nos comentários e enviarei um convite.

Até a próxima!

Denise Maia

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PRONTO PARA PROSPECÇÃO?

 

Muitas empresas têm usado o Linkedin para a prospecção de negócios, e com razão. Boa parte dos diretores e CEOs participam da maior rede de network do mundo, e podem estar a um clique de distância.

Por isso mesmo, prospectar pelo Linkedin requer uma estratégia bem desenhada e principalmente bem implementada. Com a oportunidade de ter pessoas influentes na sua rede de contatos, não há muito espaço para erros.

Recentemente criei um e-book bem completo falando sobre prospecção de negócios pelo Linkedin. Também preparei algumas outras dicas para ajudá-lo nesse caminho, que compartilho aqui:

1. Reveja o seu perfil, este é o seu cartão de visitas e diz quem você é e como participa da rede.

Sugiro que leia aqui minhas dicas para ter um perfil vendedor.

2. Use palavras-chave para o seu perfil. Pense em como gostaria de ser encontrado e o caminho que o seu prospect tem que percorrer para chegar até você.

3. Use palavras-chave também para as suas buscas. Que empresas são relevantes para o seu negócio? Quem é o tomador de decisão? O Linkedin oferece muitos filtros possíveis, explore-os.

Na nova plataforma do LinkedIn não existe mais a opção de buscas avançadas, mas ainda funciona a lógica booleana. Nunca ouviu falar? É simples:

Pesquisas alternativas (OR) para visualizar resultados que incluam um ou mais termos de uma lista, insira OR, em letras maiúsculas, entre os termos. Por exemplo: vendas OR marketing.
Pesquisas inclusivas (AND) para obter resultados que incluam dois ou mais termos de uma lista, insira AND, em letras maiúsculas, entre os termos. Por exemplo: gerente AND diretor. Observação: não é necessário utilizar AND. Se você inserir dois termos ou mais para a pesquisa, os resultados automaticamente incluirão todos os termos.
Somente com estas duas possibilidades e usando os filtros que continuam por grau de relacionamento, localidade, empresa atual e setor você já vai conseguir chegar bem perto do seu target.

Veja o exemplo: Você quer saber quem são as pessoas com cargo de CEO ou Presidente, no Rio de Janeiro, com quem você tem algum contato compartilhado (2º) no setor de Marketing e Publicidade:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No campo de busca coloque:

 

Agora lembre-se esta busca é somente por palavra-chave não é pelo cargo exato, você verá uma lista de pessoas que contém esta palavra em qualquer lugar do perfil. Mas vai ajudar, diminuindo o resultado final.

4. Antes de enviar seu pedido de conexão, visite o perfil. Esta é uma boa prática sempre. Ao olhar, veja se o cargo confere com a busca que fez, quem são os contatos compartilhados, quem é a empresa onde esta pessoa atua. E aí você pode até descobrir alguém para te apresentar, talvez vocês tenham estudado na mesma Universidade ou qualquer outro fato relevante que o aproxime desta pessoa.

Lembre-se que pedir conexão é muito importante, mas é apenas o primeiro passo do relacionamento. Tenha os próximos passos desenhados para aproximar-se de cada prospect, e mantenha-se ativo.
5. Procure sempre personalizar seu convite, isso o aproxima e mostra que você não quer somente mais um para aumentar sua rede.

E aí vai uma dica legal para os que já migraram para a nova plataforma do LinkedIn: Não existe mais a necessidade de classificar o contato e nem aquele bloqueio para impedir que você convite pessoas que não conhece. Então acrescente uma nota falando porque você o quer como conexão. Veja como:

 

 

 

 

 

 

 

E pelo aplicativo no celular também existe esta possibilidade, veja:

 

Primeiro clique à direita da tela, lá no alto:

 

 

 

 

 

 

Depois personalize o convite:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5. Saiba o momento certo de apresentar seu trabalho. Muita gente fica com receio de falar de sua empresa ou fazer uma proposta, mas os usuários do Linkedin sabem que a plataforma é desenhada para isso.

6. Seja constante e persistente. Depois de tanto trabalho, muita gente se esquece do Linkedin e não usa a rede com frequência. Assim, os prospects que você conquistou encontram outras oportunidades com o seu concorrente. Esta é uma rede de negócios, e como em todo ambiente competitivo, é preciso estar atento.

7. Estabeleça metas e monitore constantemente seus números. Se você não sabe onde quer chegar, como vai determinar o caminho correto?

E por último, se você quiser ser mais assertivo ainda nas buscas e práticas de prospecção, considere assinar a conta LinkedIn Sales Navigator, ela vai te proporcionar uma atuação eficaz e bem direcionada para seu objetivo.

Quer saber mais sobre como prospectar pelo Linkedin? Baixe o e-book. Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a gente. A DMS é uma agência especialista em Linkedin e possui ferramentas e metodologia para potencializar a prospecção de sua empresa.

Até a próxima!

Denise Maia – Especialista em Social Business e sócia fundadora da DMS Digital Marketing Solutions.

QUEM NÃO APARECE, NÃO É LEMBRADO

 

 

 

 

 

 

Confesso que hoje estou mais animada do que tenho estado ultimamente. Talvez tenha sido pela troca da energia positiva, a qual senti na minha primeira aula na Com School, sobre Gestão de Perfil e Utilização Otimizada do LInkedin, ocorrida ontem.

Muito bacana notar a atenção dos alunos que estão participando do curso. Ainda mais quando o assunto é de relevância, pois era visível o brilho nos olhos tamanho o interesse. Não pude notar esse fenômeno com os participantes online, mas pelo feedback que recebi posso imaginar que tenha sido o mesmo.

Em dado momento da aula, um dos alunos disse que havia comentado o post de um profissional digamos assim, notório no universo LinkedIn, e que, por conta deste comentário, ele havia sido contatado por dois headhunters. Acho que neste momento foram os meus olhos que brilharam, porque foi um exemplo pratico de eficácia de algo em que acredito piamente.

Pensei em adicionar algumas dicas a este case, começando por uma clássica afirmação: quem não aparece, não é lembrado. No caso do meu aluno, ele nem sequer está buscando recolocação profissional, mas vamos imaginar que esteja. Talvez, ele tenha comentado o post publicado no Pulse plataforma para divulgação de conteúdo do linkedin com a intenção de apenas expor seu ponto de vista sobre o tema.

O fato crucial é que diante de milhares e milhares de profissionais que estão na rede ele foi contato. E reforço que, ele foi lembrado porque apareceu em destaque, exatamente no momento em que o headhunter estava buscando alguém com o perfil semelhante ao dele. Posso afirmar que, se ele não tivesse destacado-se da maioria, não teria sido lembrado.

Ok Denise. Capitei sua mensagem (você deve estar dizendo). Então isso significa que eu tenho que comentar diversos posts e que se o fizer serei contatado por headhunters e ou clientes?

Eu diria que sim, você tem que posicionar-se construtivamente nos assuntos de seu interesse e, preferencialmente, os quais sejam de seu domínio. Mas a dedicação não para por ai, como mostram as dicas que descrevo agora:

Atualize ser perfil de maneira estratégica, como se estivesse montando um portfólio. Seu perfil é o seu cartão de visitas
Publique uma foto com tom profissional. Nada de fotos com amigos ou daquela foto que você tirou com uma paisagem turística de fundo, muito menos foto sua com a sua família As fotos com caras e bocas e bicos devem, preferencialmente, ser compartilhadas nas suas redes sociais, jamais no LinkedIn.
Faca recomendações de profissionais os quais já trabalharam com você. Alem de simpático, fortalece o relacionamento e faz com que seu nome apareça mais.
Da mesma forma, solicite recomendações de seus ex-colegas de trabalho. Isso valida tudo o que contou a seu respeito no seu perfil.
Acompanhe o conteúdo da sua timeline diariamente
Interaja com as pessoas que visualizaram seu perfil
Curta, comente, compartilhe os temas que você acredita serem de interesse de suas conexões
Publique conteúdo de seu domínio e que julgue ser de interesse das pessoas que o acompanham na rede
Ah. E caso tenha receio de movimentar seu perfil, pois o seu chefe ou pessoal de RH podem pensar que você esteja procurando emprego, deixe claro que utiliza o linkedin para ampliar sua rede de relacionamento, aprender e manter-se informado sobre o mercado. Inclusive aconselhe-os a fazer o mesmo e, pode, ate mesmo usar a deixa Quem não aparece, não é lembrado.

Até a próxima!
Denise Maia

Se precisar de ajuda busque um especialista para auxiliá-lo na gestão correta de seu perfil no LinkedIn e ainda treiná-lo no uso otimizado da ferramenta.

Nosso próximo treinamento Como usar o LinkedIn a favor de sua carreira e seus negócios será dia 02/09. Clique aqui e faça sua inscrição.

Entre em contato com a DMS :

Denise Maia denise@dmsdigital.com.br

Fique bem informado sobre o mundo LinkedIn, clique aqui e siga nossa página: DMS Marketing Digital.

CONTA PAGA NO LIKEDIN, TER OU NÃO TER? EIS A QUESTÃO!

 

 

 

 

 

 

 

 

Estou cada dia mais entusiasmada e motivada em ver o aumento diário de pessoas que querem conhecer mais sobre o LinkedIn.

As empresas começam a ver as possibilidades de geração de negócios. Social selling é uma realidade, porque as redes sociais hoje são a melhor forma de estabelecer e nutrir um relacionamento com os clientes.

E vejo isso claramente no aumento dos pedidos de conexões que recebo, nos feedbacks positivos a cada artigo que escrevo com dicas de utilização.

E na minha busca por desmistificar o LinkedIn, identifiquei algumas dúvidas comuns da maioria de meus clientes. Tanto que hoje quando inicio um treinamento já aviso que sei as 3 principais perguntas que eles farão.

Hoje escolhi falar para vocês sobre a pergunta que praticamente 100 % das pessoas me fazem:

Eu devo ter uma conta paga no LinkedIn?
Bem, não vou abordar o que cada conta oferece, isso é fácil de saber, está na central de ajuda do LinkedIn.

Clique aqui em Conta Premium ? Perguntas frequentes e respostas.

O que eu quero mostrar para vocês é a minha experiência.
Eu assimo a conta premium BUSINESS PLUS.

E quais os meus motivos para assinar esta conta:

1) Porque quero ver o histórico de quem viu o meu perfi

Quem não tem uma conta paga consegue ver apenas as últimas 5 pessoas que visitaram o seu perfil nos últimos 90 dias. Com a conta premium é possível ver todos.

2) Porque quero salvar um maior número de pesquisas e receber alertas.

A conta básica hoje permite salvar até 3 pesquisas de pessoas, com a conta business plus eu posso salvar até 7 buscas.

Exemplo: Eu pesquisei todas as pessoas no LinkedIn que trabalham em uma determinada empresa. Eu posso salvar esta busca e todas as vezes que entrar alguém novo neste resultado eu recebo por e-mail um alerta e posso determinar se o mesmo será semanal ou mensal.

3) Porque quero ter pesquisas ilimitadas.

A conta básica tem um limite de pesquisas, se você alcançar este limite, o Linkedin pode entender que você está utilizando a rede para fins comerciais, como contratações ou vendas. Esse limite é calculado com base em sua atividade de pesquisa desde o primeiro dia do mês.

Clique aqui e saiba mais sobre o limite de pesquisas.

4) Porque quero ter filtros avançados em minhas pesquisas

É possível ampliar suas possibilidades de buscas:

 

 

 

 

 

 

5) Porque em alguns momentos preciso enviar uma mensagem apra quem não é minha conexão (InMail).

Com a conta paga eu posso ter mensalmente de 15 (conta Business Plus) a 30 (Conta Executive) Inmails, o que me permite enviar mensagens para quem não é minha conexão.
Mas eu confesso a vocês que nunca uso meu limite, porque sempre tento antes convidar para minha rede as pessoas com quem eu quero entrar em contato. Tento não ser invasiva com as pessoas.

E então, o que você acha agora? Deve ou não ter uma conta paga?

Minha resposta é: avalie cada um destes itens e veja se são úteis para você. Só você pode responder a esta pergunta.

E ai? Esta dúvida foir esclarecida? Então aguarde meus próximos artigos onde falarei sobre mais duas perguntas que escuto frequentemente:

Devo aceitar convites ou convidar quem eu não conheço?
Meu perfil deveria estar preenchido em inglês ou português? Há como ter o conteúdo nos dois idiomas?
E se você tem outras dúvidas, deixe aqui um comentário. Sua dúvida pode ser a de outros. E vou adorar contribuir para tornar o uso do LinkedIn mais fácil para você.

CURSO COMO USAR O LINKEDIN A FAVOR DA SUA CARREIRA OU SEUS NEGÓCIOS DIA 26/11 em São Paulo CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS!

 

Mais sobre a Conta Premium:

COMO VOCÊ VÊ O LINKEDIN?

Esta semana tive o prazer de conversar a respeito do LinkedIn com Gustavo Mançanares Leme, executivo da área de recursos humanos. Divido aqui com vocês este valioso bate-papo:

DMS: Como você vê o LinkedIn?

Gustavo: O linkedin para muitos é apenas mais uma rede social, mas com foco de busca de emprego, como se representasse um repositório de currículos virtuais. Para mim é bem diferente, vejo o Linkedin como uma rede importante, forte e com potencial de relacionamentos e desenvolvimento de conhecimento profissional. Abre espaço para voce conectar-se com profissionais do mundo inteiro, trocar melhores práticas e sair fora da caixa. Semana passada, por exemplo, estava trocando mensagens com um autor americano de um livro que estou lendo. Alem disso, tenho a oportunidade de ler, semanalmente, publicações dos influencers, como por exemplo Carlos Ghosn, que é Chairman e CEO da Renault-Nissan Alliance, onde aprendi mais sobre carros elétricos, ou ainda ler texto de Nizan Guanaes, Jack Welch ou ainda Daniel Goleman.

 

DMS: Qual o uso atual que sua equipe de RH faz do LikedIn?

Gustavo: Com o apoio da DMS e da equipe do próprio Linkedin, minha equipedescobriu e se aprofundou do verdadeiro potencial da solução, e hoje começamos a colher frutos pessoais e corporativos, por conta da adoção da ferramenta como parte integrante do nosso dia a dia, e não apenas em processos seletivos, mas em contatos para busca de uma série de informações e conhecimentos.

DMS: Quais os benefícios alcançados por ter ampliado o uso do LinkedIn não só para você, como para sua equipe?

Gustavo: Dentre os benefícios alcançados destaco ampliação da rede de netwoking para processos seletivos mais ágeis, menos custos e mais amplos, fortalecimento da marca empregadora do nosso Grupo e das empresas que nele estão inseridas, introdução e exploração do conceito de embaixadores das nossas marcas, ampliação do conhecimento, em virtude do mesmo também atuar como palco de aprendizagens e trocas de conhecimentos e temos visto as equipes comerciais abrirem negócios por meio dele.

DMS: Qual seria sua dica para que os profissionais passem a atuar no LinkedIn como embaixadores da marca?

Gustavo: Acredito que estimular por meio de ações de endomarketing a clareza e a importância da participação ativa dos nossos funcionários, das diferentes empresas do Grupo Baumgart, além de convidá-los a atuarem de forma ativa nas interações diárias via publicação de conteúdo tanto na página principal do Grupo, como nas demais showcase pages de nossas empresas no linkedin.

Finalizo com uma frase, de Daniel Roth, editor chefe do LinkedIn, em uma entrevista recente, que reforça a visão do Gustavo:

A verdade é que as pessoas não acessam seus perfis para, no mais simples, buscar por um emprego. O que elas querem, de fato, é procurar por formas de aprimorar suas carreiras, de ter sucesso.
E você? Como vê o LikedIn hoje? Compartilhe conosco.
Até a próxima!
Denise Maia


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denise@dmsdigital.com.br

ESQUEÇA AS LIGAÇÕES FRIAS!

 

Quer aumentar seus leads? Comece a usar o LinkedIn e esqueça as ligações frias (frias não, geladas! Brrrr)

Quem é empresário sabe a importância da prospecção de clientes para fazer prosperar o seu negócio. Em época de crise como a que estamos vivendo agora, ter um time de vendas bem treinado pode significar a própria sobrevivência do negócio.

A dinâmica é a mesma, e todo mundo conhece: um mailing bem montado, uma boa rede de contatos, estratégia de venda desenhada, e é dada a largada para o início dos telefonemas. Começa então a corrida de barreiras: quem quer falar com ele (ela); sobre o que seria; ela (ele) não está no momento; não posso falar agora, e por fim o desanimador me mande um e-mail, quando eu tiver tempo, eu vejo.

Agora pense numa estratégia de vendas sem nada disso. E se fosse possível fazer prospecção de negócios de uma maneira realmente diferente, sem o temível cold call ?

1. LinkedIn para negócios prospecção e geração de leads

O LinkedIn é uma rede de contatos profissionais que cresce exponencialmente ano a ano. Começou como uma rede de empregos, mas hoje é uma verdadeira plataforma de conteúdo profissional, e sua eficiência como ferramenta de negócios é cada vez mais evidente. No Brasil, alcançou a marca de 25 milhões de usuários, e é o terceiro maior mercado, atrás apenas de Estados Unidos e Índia.

Aqui, damos 4 passos dos fundamentos de prospecção no LinkedIn.

2. Seu perfil diz quem você é

Óbvio, não é mesmo? Mas ainda assim, muita gente não dá importância ao que está lá. Não importa se você representa um dos grandes players do mercado ou uma empresa recém-inaugurada, a relação no LinkedIn começa pelo perfil do profissional, portanto, veja se as informações estão completas, se o português está impecável, capriche na foto e seja coerente com os seus objetivos.

3. Amplie sua rede de contatos

O LinkedIn é a rede de network do mundo digital, com muitos recursos para você localizar pessoas conhecidas e receber indicações de contatos. Quando fizer o seu perfil, faça o link com instituições de ensino e empresas que você frequentou. O algoritmo da plataforma fará os cruzamentos e dará sugestões de conexão com base na sua experiência.

4. Prepare-se para a prospecção

Determine seus objetivos e trace metas, este é o primeiro passo. Agora, analise a sua rede e veja se há alguém que pode ajudar a estabelecer conexões com seus públicos-alvo. Importante: lembre-se que network deve ser feito o tempo inteiro, e não só quando você precisa de alguma coisa. Se você não fala frequentemente com a pessoa, seja direto e não se chateie caso a resposta seja negativa.

5. Participe da rede

Para ser reconhecido como autoridade num assunto, você precisa da combinação credibilidade + visibilidade. Pense nos seus interesses e no que atrai o seu público e seja útil. Determine um tempo na sua agenda diária ou, pelo menos, semanal, e converse virtualmente com as pessoas.

Este é o básico para começar o trabalho de prospecção. O LinkedIn vem aperfeiçoando a cada dia as ferramentas de geração de lead, com o claro objetivo de ser a principal rede de negócios da Internet. A injeção de recursos feita pela Microsoft, que investiu $ 26 biilhões na compra do LinkedIn, mostra o seu potencial de crescimento.

Se você quer se capacitar para aproveitar tudo o que o LinkedIn tem a oferecer na busca de novos mercados, entre em contato com a DMS e entenda porque, para a gente, ligação fria é uma estratégia gelada nos negócios.

COMO USAR O LINKEDIN PARA CRM DICAS VALIOSAS

 

O uso empresarial do LinkedIn vem se consolidando a cada dia. Os objetivos são muitos: gerar leads, estabelecer parcerias, ter visibilidade, aumentar engajamento, construir autoridade. E as estratégias também se multiplicam, com tantas metas diferentes. O que talvez você ainda não saiba é que é possível usar os recursos do LinkedIn como uma ferramenta de CRM e incrementar ainda mais os seus resultados.

Este é um passo a passo para ajuda-lo a tornar suas ações mais assertivas usando o LinkedIn como CRM.

São 10 dicas que vão mudar a maneira como você usa a rede.

Monte o mailing

1) Há várias formas de ampliar suas conexões, no botão minha rede:

Com a ferramenta Encontrar ex-alunos, você tem todos os perfis de pessoas da sua faculdade e pode selecionar por área de estudo, competência, grau de conexão, onde vivem, o que fazem e onde trabalham.

Você pode importar contatos do seu e-mail ou outra lista de mailing. Esta opção está no botão localizar contatos.

2) Com a pesquisa avançada, é possível montar um mailing com vários filtros, como grau de relacionamento, palavra-chave, nome, sobrenome, cargo, empresa, instituição de ensino, localidade, empresa atual, empresa anterior, idioma do perfil e interesse em organizações sem fins lucrativos. Mais assertivo, impossível! Na versão free do LinkedIn, você pode salvar até 3 pesquisas, e o próprio LinkedIn manda e-mail informando as atualizações.

3) Segmente seu mailing com o organizador de perfis. Você pode usar até 100 marcadores as famosas tags para organizar o mailing, e alterar sempre que quiser. Além de fazer as marcações tradicionais, como de onde você conhece, grupos em comum etc., uma boa dica é usar tags de acordo com as etapas do processo de prospecção: contato frio, interessado, mandei apresentação, mandei proposta, e assim por diante.

4) Customize o perfil do seu contato com informações sobre ele. Você pode fazer isso na aba informações de contato, localizada abaixo da foto do perfil.

Veja como:

 

Ao clicar em adicione informações de contato é possível incluir outros e-mails ou telefones que você tenha de sua conexão, data de aniversário e até notas, qualquer tipo de anotação que você considere relevante. E só você pode ver estas informações.

Seja ativo na rede

5) Participe de grupos. Além de aprimorar seus conhecimentos e participar de debates, você pode mandar mensagens para os participantes do grupo, mesmo que não esteja conectado com eles. E sem limites! Quer dizer, o limite é sempre o bom-senso, claro. Se você está no grupo apenas para mandar mensagens, talvez não forme uma boa imagem a seu respeito, e de sua marca.

6) Publique e compartilhe conteúdos de interesse do seu prospect. Você pode monitorar o comportamento do seu prospect para avaliar os interesses dele e mandar conteúdo direcionado, mas cuidado para não parecer invasivo. O seu feed de notícias sempre dá dicas para comunicar-se com a sua rede, com informações como mudança de emprego, aniversário de empresa etc.

7) Dê feedback. Agradeça os comentários e recomendações por competência, responda os inmails e interaja com suas conexões. Tudo isso colabora para aumentar sua visibilidade. Você está em uma rede social, ainda que seja só para fazer negócios.

E não esqueça que você pode, a qualquer momento, fazer um download de uma base de dados nome, e-mail, cargo e empresa atual de todas as suas conexões de 1º grau. Não é fantástico?

Monitore os resultados

8) O LinkedIn possui várias ferramentas de monitoramento, tanto no perfil como na página empresarial, que analisam o seu desempenho e dão sugestões para melhorar sua performance.

9) Você pode ver quem interagiu com suas publicações curtiu, comentou e compartilhou. Aproveite para agradecer pela interação e continuar a conversa. Este é também um ótimo gancho para solicitar conexão com alguém que ainda não está no seu mailing.

10) Você também pode e deve monitorar as interações com a página da sua empresa. Aliás, incentive seus funcionários a seguirem a empresa. Isso contribui para aumentar sua visibilidade.

Social selling é uma realidade para muitas das empresas de alta performance em vendas. Não é difícil, mas é preciso disciplina. Todas essas dicas são para o LinkedIn gratuito. Se você está confiante de que este é o seu caminho, recomendo que experimente a versão Premium, que dá acesso ao Sales Navigator, uma ferramenta do LinkedIn que vai levar seu processo de vendas ao próximo patamar.

E o LinkedIn tem novidades, aguarde meu próximo artigo sobre lançamento do LinkedIn CRM Partner, que permitirá a integração com SAP Hybris, Oracle, NetSuite, SugarCRM e HubSpot. Clique aqui e saiba mais.

CLIQUE AQUI E LEIA ESTE ARTIGO PUBLICADO NA REVISTA CIO

PROSPECTANDO O MERCADO EXTERIOR? QUE TAL COMEÇAR POR AQUI?

 

Diferente do que muita gente pensa, o LinkedIn não é uma rede social onde a maioria das pessoas está procurando emprego. Estudos mostram que o uso do LinkedIn nos EUA é mais popular que o Twitter, e é principalmente uma ótima ferramenta para geração de negócios.

Só nos EUA, a rede possui mais de 10 milhões de empresas. Os 5 principais setores são: Tecnologia da Informação, Software, Atendimento Médico, Varejo e Ensino Superior.

Hoje o LinkedIn detém praticamente toda a população economicamente ativa nos EUA segundo dados do próprio LinkedIn, a rede recebe inscrições de 2 membros por segundo, e são cerca de 40 milhões de estudantes e trainees que usam a plataforma para engrandecer suas carreiras, mostrar seus feitos, e como dito anteriormente, gerar negócios.

Um infográfico divulgado no Canal de Slideshare do LinkedIn informou alguns dados interessantes:

91% dos usuários que utilizam redes sociais usam o LinkedIn para fazer marketing B2B;
A plataforma mostra 93% de eficiência em geração de leads;
O LinkedIn gera mais tráfego para sites e blogs B2B 90% do tráfego social foi gerado pelas três grandes redes (Facebook, Twitter e LinkedIn), sendo que metade dele partiu do LinkedIn.
Os usuários da rede buscam se relacionar com as marcas que compartilham conteúdo relevante. As empresas que criam conteúdo exclusivo, informam e envolvem seu público não estão apenas vendendo estão criando relacionamentos que tendem a se tornar cada dia mais duradouros se usarem com sabedoria a maior plataforma profissional do mundo.

Uma das premissas da realização de vendas pela internet é a confiança você dificilmente irá prospectar um cliente que não confie no que você diz, nas suas ideias, valores etc. Por isso, construa uma ligação de confiança com ele, aprimore seu perfil pessoal e principalmente o profissional crie conteúdos interessantes, interaja com ele e o mais importante agregue valor a ele. Os resultados deste trabalho virão naturalmente.

Pensando nestes dados, vale ressaltar o potencial da rede nos EUA não só para inserir sua empresa, mas para interagir com os usuários, gerar novas conexões, conseguir mais leads. Afinal são 130 milhões de usuários naquele pais e a plataforma possui um potencial gigantesco de segmentação por localização, setor, tamanho da empresa, cargo e nível de carreira então, por exemplo, se sua empresa é um B2B, você facilmente encontrará o CEO que deseja prospectar. E o melhor: tudo isso sem investimento inicial.

E você, está esperando o que para prospectar o mercado dos EUA? São milhares de oportunidades profissionais para gerar leads, aumentar o fluxo em seu funil de vendas, aumentar seus lucros, seu engajamento, posicionamento e, principalmente, engrandecer sua marca não só na rede, mas no mundo todo.

E você, está esperando o que para prospectar o mercado dos EUA? São milhares de oportunidades profissionais para gerar leads, aumentar o fluxo em seu funil de vendas, aumentar seus lucros, seu engajamento, posicionamento e, principalmente, engrandecer sua marca não só na rede, mas no mundo todo.

Veja o depoimento de Daniel Magalhães, da YMK, cliente da DMS e que usa o LinkedIn para prospecção de clientes fora do Brasil:

7 DICAS PARA UM PERFIL DE VENDAS

 

Quem me acompanha por aqui sabe que gosto de dar boas dicas para quem deseja investir em ter sempre um posicionamento adequado e, principalmente, usar o LinkedIn para ter sucesso em sua carreira e seus negócios.

Hoje eu quero direcionar meu texto para profissionais que atuam na área de vendas.

Você já imaginou se ao encontrar pela primeira vez com um potencial cliente você entregasse para ele um cartão de visitas sem os seus dados corretos, amassado e até um pouco rasgadinho? E se neste encontro você estivesse vestido como se fosse para aquela reunião com os amigos do futebol ou para um domingão na praia com a família?

Talvez você nunca tenha parado para pensar nisso, mas esse tipo de apresentação não é diferente de quando um potencial cliente olha seu perfil e o encontra incompleto, mal preenchido, sem nada a respeito da empresa que você representa, sem dados que ajudem a entrar em contato rapidamente com você ou simplesmente com uma foto totalmente inadequada?

Exagero? Posso te garantir, com minha experiência como especialista em LinkedIn e já tendo treinado a centenas de profissionais da área de vendas, que isso é bem mais comum do que você imagina. Infelizmente muitos profissionais só passam a se preocupar com o posicionamento no LinkedIn se estão em busca de recolocação. Isso é um tremendo erro seja qual for a sua área, mas para um profissional de venda é um pecado mortal. Seu perfil é seu cartão de visitas, seus potenciais clientes podem a qualquer momento acessá-lo para saber quem você é e como pode atendê-los.

Mas não estou aqui somente para te criticar, viu? Quero te dar 7 dicas para que seu perfil seja um belo cartão de visitas e te posicione como embaixador da marca que representa.

Para ter um perfil de um profissional de vendas de sucesso você precisa investir em ter:

1) FOTO:

Ter uma foto de boa qualidade, com aparência profissional, sozinho, com um fundo neutro, um leve sorriso e que apareça seu rosto, nada de fotos longe, onde a paisagem é mais importante que você.

2) DADOS DE CONTATO:

Você precisa ser achado! Então informe corretamente seus dados de contato. Seu e-mail pessoal deve estar cadastrado no Linkedin, mas o e-mail principal deve ser o e-mail corporativo. Isso dá mais segurança para quem o procura por motivos de negócios. Tenha também um telefone de contato, pode ser o da sua empresa ou o pessoal. Aí é com você, como você quer ser achado rapidamente?

Utilize o campo Dicas para entrar em contato: Lembre-se que o e-mail e telefone de informações de contato só aparece para quem é sua conexão direta (1º grau), mas você pode deixar pelo menos um e-mail de contato para quem não é sua conexão.

3) RESUMO:

Não deixe o campo de resumo em branco! Jamais! Escreva de forma objetiva um text, de preferência em primeira pessoa, que diga quem você é como profissional, o que faz no momento, a que tipo de clientes ou segmento atende e principalmente, que tipo de produtos ou serviços oferece e principalmente, quem é sua empresa.

4) DADOS DA SUA EMPRESA:

No campo Experiência, ao informar onde você trabalha, diga também o que sua empresa faz, quais os problemas que seu produtos e serviços podem resolver, quais são os benefícios.
Não deixe de informar o site de sua empresa e se possível uma apresentação institucional, que mostre quem são, a quem atendem, qual o seu portfólio de produtos, etc.

5) DEPOIMENTOS DE CLIENTES:

Tenha recomendações: Seus clientes estão satisfeitos com seu atendimento? Porque não solicitar um depoimento de alguns deles em seu perfil. Isso gera credibilidade.

6) PREMIAÇÕES E RECONHECIMENTOS:

Valorize-se! Não pense que é arrogante informar prêmios e reconhecimentos que por ventura tenha conquistado. Lembre-se que um profissional de vendas precisa mostrar como tem se destacado na qualidade de seu trabalho.

7) CASOS DE SUCESSO:

Preencha o campo de projetos, relate nele seus casos de sucesso. Nem sempre é possível informar o nome do cliente atendido, mas você pode citar para que segmento ou tipo de cliente realizou aquele projeto, dar detalhes que mostrem como esta solução pode também ser aplicada em outras empresas.

Espero que minhas dicas o ajude a ter um perfil campeão e ter sucesso em suas vendas!

EMBAIXADORES DA MARCA: SUA EMPRESA TEM?

 

Poucas vezes no mundo houve revolução tão significativa e ampla quanto a que ocorre desde que a Internet passou a fazer parte de nossas vidas. Literalmente tudo é influenciado, de alguma forma, pelo que acontece no ambiente digital: sociedade, política, educação, ciência.

Com as empresas não seria diferente, temos outra dinâmica na forma de fazer negócios e se relacionar com os diferentes públicos que interagem e impactam as corporações. O consumidor é capaz de alavancar os negócios de uma empresa ou destruí-la com a mesma velocidade, porque agora possui uma voz que tem valor cada vez mais alto.

Com isso, não só a qualidade do trabalho, mas principalmente o atendimento conta muitos pontos. Empresas que lidam diretamente com o público investem milhões para capacitar seus colaboradores a prestar o melhor atendimento, construir uma reputação positiva e conquistar defensores para a marca. Você não leu errado, o termo é defensores mesmo, e a razão é simples: milhões de usuários deixam pela rede social um rastro de opiniões e avaliações dos produtos que consumiram, dos lugares que visitaram, das experiências que tiveram.

Pessoas falham, empresas também falham, e as repercussões na Internet podem ser devastadoras. Mas se a sua marca sabe como se posicionar corretamente e conta com o apoio de consumidores que já tiveram experiências positivas, o que poderia ser um desastre pode transformar-se em mais um ponto a favor do seu negócio.

Pensando nisso, empresas como a Starbucks, por exemplo, investem milhões em treinamentos, mas com o foco num público de contato que assume voz ativa e é um potencial catalisador das experiências dos clientes: os funcionários.

Transformar funcionários em embaixadores da marca é uma das estratégias inovadoras que as empresas estão aplicando para posicionar a cultura da empresa e defende-la junto aos consumidores. Mas não basta capacitar para agir desta forma só nos pontos de atendimento.

Com a crescente participação das empresas nas redes sociais, os funcionários e colaboradores precisam estar preparados para interagir a favor da marca também aqui, e isso só será possível se eles forem treinados, entenderem o potencial das redes para seu próprio desenvolvimento e também da empresa para a qual trabalham.

Ter funcionários que atuam como embaixadores da marca é resultado de um profundo trabalho de reconhecimento da cultura e dos valores que a empresa pratica. O funcionário quer ter orgulho da empresa e quer que o seu dia a dia contribua para fazer diferença no mundo, ainda que seja no seu pequeno mundo.

Cada vez que ele compartilha informações positivas da empresa, ele consolida esse sentimento e entende a importância do seu trabalho.  Capacitar um funcionário para atuar como embaixador da marca é dar relevância para sua empresa e, ao mesmo tempo, mostrar a ele que todo o seu esforço e empenho valem a pena.

O MOMENTO É DE FICAR VISÍVEL PARA OS RECRUTADORES!

No meio de tantas dúvidas no cenário econômico e político,fica uma certeza: a de que o País precisa voltar a crescer.Uma das apostas do governo federal para retomar esse crescimento está na aprovação do projeto de lei que limita o teto dos gastos públicos. Economistas acreditam que a redução das contas do governo e a reforma da previdência ajudariam no aquecimento da economia. Com isso, a arrecadação de impostos aumentaria, melhorando as contas e reduzindo a dívida pública.

Em seu estudo Panorama Econômico Global, apresentado no primeiro semestre, o FMI (Fundo Monetário Internacional) afirmou que, embora a projeção seja de crescimento zero para a economia brasileira em 2017, ele deve ficar positivo em algum momento do ano. Mesmo tímidas ainda, as boas perspectivas têm animado o mercado e incentivado profissionais, tanto os que desejam voltar ao mercado de trabalho quanto os que aspiram por novas posições ou desafios no mundo corporativo.

Quem busca uma vaga precisa estar atento à importância do networking e, pertencer a uma rede profissional, como o LinkedIn, aumenta a visibilidade e as chances de ser encontrado pelos recrutadores.

O perfil é fundamental para ser encontrado e precisa estar sempre atualizado.

Um perfil no LinkedIn vai além das informações estáticas contidas em um currículo, é a oportunidade de se expressar profissionalmente e mostrar todo o seu potencial para a rede de contatos através dos diversos conteúdos compartilhados.

Em primeiro lugar, faça um bom resumo baseado em suas qualificações, áreas de experiência e especializações. A forma ideal é falar qual a sua profissão, anos de experiência nas áreas descritas, instituições nas quais estudou.

Coloque uma boa foto, que reflita uma postura profissional, jamais informal. Perfis com fotos são 14 vezes mais visualizados.

Além de uma boa imagem nas plataformas profissionais é importante cuidar do comportamento nas redes sociais, pois os recrutadores irão observar todas as atitudes online antes de selecionar um candidato para uma entrevista.

É preciso ficar atento também nas novidades da rede. O LinkedIn lançou recentemente ferramentas que ajudam na busca de empregos e a mais interessante delas é uma que permite que profissionais empregados possam procurar novas vagas sem que o chefe saiba. Chamada de Open Candidates (candidatos abertos), o recurso permite que você marque interesse em uma vaga sem que isso seja compartilhado na sua rede. Dessa forma, caso você tenha chefe e amigos na sua rede, essa atividade não ficará visível para eles

Alguns caminhos para quem se candidata ter mais chances de uma oportunidade:

– Não troque o título pela informação de que está em busca de recolocação. O título é o que você faz, e como pode ser achado. No resumo você pode falar sobre a situação atual;

– Peça recomendações para antigos chefes, clientes e colegas de trabalho. Essas avaliações sobre seu desempenho costumam ser referências importantes para os recrutadores;

– Compartilhe conteúdo relevante. Isso demonstra seu nível de conhecimento, interesse e desenvolvimento na área, o que pode chamar a atenção de outros perfis e criar possibilidade de fazer novas conexões;

– Não envie currículos para pessoas que você não conhece, nem convites de conexão a recrutadores. Eles gostam de caçar, e não de serem caçados. Procure fazer conexões com outros profissionais que possam te apresentar a essas pessoas.

– Crie uma rede de conexões com foco em qualidade, e não quantidade. Siga pessoas que seriam interessantes como conexão, antes de enviar um convite. Você não poderá enviar mensagens para essas pessoas, mas poderá ver tudo o que elas publicarem, o que pode te ajudar numa possível entrevista.

MEU PERFIL DEVE SER PREENCHIDO EM INGLÊS OU EM PORTUGUÊS?

Ontem foi um dia agitado para os usuários do LinkedIn. Microsoft anunciou a compra da maior rede social profissional do mundo por $ 26 B. Uau!

Várias pessoas me procuraram perguntando minha opinião, acompanhei as reações, escutei especialistas, usuários e sabe o que eu tenho a dizer para vocês?

As mudanças certamente acontecerão, será um divisor de águas, mas vejo boas perspectivas, a plataforma ganhará mais força, ampliará a presença no mercado B2B, e se houver algum impacto negativo ainda está muito cedo para saber. Então, esperar para ver!

Mas o que eu pensei no ato, se concretizou com o aumento na procura por meus treinamentos de ontem para hoje. Sim, as pessoas entenderam que mais do que nunca é hora estar bem posicionado e sabendo usar todo o potencial desta incrível ferramenta de conexão e prospecção!
Adorei isso!

Então vou seguir com minha série sobre as dúvidas mais comuns dos usuários do LinkedIn que identifiquei nas centenas de treinamentos que já realizei e continuo realizando.

Já falamos sobre aceitar convites ou convidar pessoas que você não conhece para conexão e sobre ter ou não uma conta paga.

E a terceira da série é:

Meu perfil deve estar preenchido em Português ou em Inglês?

Vou te dar uma resposta simples e objetiva:

Se seu idioma nativo é o português e você atua no Brasil, seu perfil deve estar em português. Sempre!

Mas calma lá, eu não estou dizendo que não é necessário ter um perfil em inglês.

Vamos pensar primeiro porque é prejudical ter o perfil em somente um idioma:

Reflita: como alguém buscaria um profissional como você no LinkedIn, que palavras usaria na busca? Seriam somente palavras em inglês? Ou somente em português?

Adoro dar exemplos! Então ai vai: Você atua como Consultor em Gestão de Processos de Engenharia e seu título está com a palavras como Management Consulting Process Engineering ou algo parecido.

Em uma busca pela palavra chave consultoria você simplesmente não aparecerá.

Se você tem o perfil nos dos idiomas, você será achado tanto em uma busca por consultoria como por consulting.

Ah! Te convenci? Então você deve estar se perguntando:
Mas como eu faço isso? Crio outro perfil? Não! Mais fácil que isso.

Veja como fazer:

Se você só tem o perfil em um idioma, este é chamado de primário, o que você vai fazer é criar um secundário, uma espécie de espelho.

Vamos lá! Vá em Editar Perfil e clique em: criar perfil em outro idioma:

 

Na tela seguinte escolha o idioma a ser criado. E não é só inglês que está disponível, é possível ter o ser perfil em até 23 idiomas diferentes.

E depois é só incluir o título no novo idioma e clicar em Criar Perfil.

Mas atenção, se o seu perfil está preenchido em portuguès, mas foi criado antes de 2010, quando ainda não existia a plataforma em português, o primário é obrigatoriamente será o inglês (independente do preenchimento).

Neste caso, só aparecerá para você a opção de português. Mas sem problemas, você irá duplicar o conteúdo e depois traduzir.

Em todos os campos que você for preencher aparecerá o que está preenchido no perfil primário.

Veja:

 

E atenção de novo:

O LinkedIn apenas duplica os títulos, o conteúdo você terá que traduzir e incluir novamente no perfil secundário;
Se você ainda não tem o conteúdo no idioma que será criado não crie o perfil em outro idioma ainda, porque se você simplesmente duplicar, as pessoas passarão a ver o perfil criado com os campos em branco.
E a partir da criação, como as pessoas verão seu perfil?

Sempre de acordo com o idioma que escolheram para navegar no LinkedIn.

E onde você faz esta opção? Na página principal, veja:

 

Ou seja, quando você tem um perfil em 2 idiomas, se alguém acessa o mesmo usando a plataforma em português verá primeiro o seu perfil com conteúdo em português e vice-versa.

 

 

 

 

E haverá esta opção para alterar, do lado direito da tela .

E é isso! Quais outras dúvidas você tem? Comente aqui, quem sabe não escrevo um novo artigo a respeito.

DEVO ACEITAR PEDIDOS DE CONEXÃO QUEM EU NÃO CONHEÇO?

Eu vejo o LinkedIn como uma plataforma de networking e de compartilhamento de informações e por isso gosto de escrever artigos que tenham dicas de como usar melhor a plataforma.

E se você também entende que o LinkedIn é muito mais do que um site para busca de empregos está no caminho certo. Existe um mundo de possibilidades por aqui. Mas para usufruir destas oportunidades é importante que seu perfil diga corretamente quem você é como profissional e que sua preocupação constante seja de criar e manter uma rede de conexões qualificada.

E hoje, dando sequência à série de artigos sobre as dúvidas mais comuns, que identifiquei em meus treinamentos sobre uso otimizado do LinkedIn, vou tentar responder sobre:

Devo aceitar convites ou convidar pessoas que não conheço para fazer parte da minha rede?

Bem para responder a esta pergunta você tem que primeiro ter bem claro o motivo de estar no Linkedin.

Você quer fazer negócios, ter novas oportunidade de carreira e compartilhar informações?
Então amplie sua rede, mas tenha foco na qualidade e não na quantidade.

O LinkedIn é uma rede profissional, portanto você não pode restringir seu networking aos amigos, familiares, colegas de trabalho ou estudo. Seu critério único não pode ser ter aqui apenas quem conhece pessoalmente. Isso limitará sua atuação.

E imagino que você já deve estar dizendo:

Denise, mas o LinkedIn não me dá opção para convidar quem eu não conheço.

Existe saída para isso, eu sugiro que ao pedir conexão você escolha a opção. Fizemos negócios juntos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ah! Vocês ainda não fizeram negócios juntos, certo? Então aproveite o campo de nota pessoal e diga porque você deseja conexão.

Algumas sugestões do que você pode escrever, de acordo com a situação:

Estivemos juntos no evento (nome do evento) não tive oportunidade de ter contato pessoalmente, mas gostaria de tê-lo em minha rede de conexões

Somos integrantes de um mesmo grupo aqui no Linkedin, então gostaria também de tê-lo como conexão direta

Li um de seus artigos aqui (ou em algum outro veículo) e gostaria de tê-lo em minha rede profissional

Ou simplesmente:

O linkedin é uma plataforma para compartilhar conhecimento. Gostaria de fazer parte da minha rede de conexões e interagir por aqui?

Pense no que escrever, tente não ser invasivo e nem impessoal.

E o mais importante: A pessoa aceitou seu convite? Então estabeleça um contato inicial, agradeça pelo pedido de conexão e reforce o motivo que o levou a convidá-lo.

E ai vem a segunda pergunta:
Eu devo aceitar convites de quem eu não conheço?

Bem, ai eu recomendaria que você fizesse algumas perguntas antes de aceitar:

Ele disse no convite o motivo de estar pedindo conexão?
Se sim, mostra que usa a plataforma de forma adequada, é importante ter pessoas assim na sua rede.
Se não personalizou o convite então sugiro que olhe o perfil desta pessoa e se pergunte:

Ele atua em um segmento que tem relação com o seu?
Ele tem conexões em comum? Já é um bom vínculo.
O seu perfil mostra bem que ele é como profissional?
Profissionais sérios se preocupam com o preenchimento correto do perfil e não somente no número de conexões.
Ele olhou seu perfil antes de solicitar conexão? Isso pode ser um ponto positivo, pelo menos mostra que a pessoa se preocupou em saber quem você antes de convidar.
Bem, estas são minhas dicas e espero ter esclarecido sua dúvida.

Que outra dúvidas você possui? Deixe um comentário, terei um enorme prazer em dialogar ou até mesmo escrever um novo artigo se perceber que é uma dúvida muito comum.

E aguarde o terceiro artigo da série, que será:

Meu perfil deve estar preenchido em inglês ou em português? Como ter os dois?

Até breve!

Para saber mais sobre assessoria e treinamento em LinkedIn para geração de oportunidade de negócios envie um e-mail para denise@dmsdigital.com.br

Convido-o a seguir a página da DMS Digital Marketing Solutions.

USAR EM BUSCA DE RECOLOCAÇÃO NO TÍTULO DO LINKEDIN PODE NÃO AJUDAR

 

Alguns profissionais, ao sair de uma empresa, alteram seus títulos ou até mesmo criam um novo cargo e incluem: em busca de recolocação, em transição de carreira, em busca de novas oportunidades ou similares.

Saiba porque alterar o título desta forma pode atrapalhar ao invés de ajudar:
1) Sua identidade Profissional no LinkedIn ficará em segundo plano
O título acompanha o seu nome em todos os resultados de busca, você deixa de mostrar sua especialidade profissional e passa apresentar um momento de carreira.

2) Os recrutadores não o encontrarão tão facilmente.
Imagine que um recrutador esteja buscando alguém com sua especialidade e digite a mesma como palavra chave, seu nome pode continuar aparecendo nos resultados desta busca, pois esta especialidade deve aparecer em outros campos do seu perfil, mas com certeza você receberá menos visitas em comparação com quem tem o título do cargo junto ao nome.

3) Seus pedidos de conexão correm mais risco de serem ignorados, por quem não o conhece.
Veja o exemplo abaixo, ao receber seu convite o que aparece é sua foto, seu nome e seu título. Se ao invés de em busca de recolocação você colocar a sua especialidade, você tem a chance de atrair a atenção da pessoa a, pelo menos, visualizar seu perfil antes de tomar uma decisão em aceitar ou não seu convite.

 

 

 

 

 

 

 

Seu título no LinkedIn não deve representar um momento e sim um posicionamento. Nele você tem que diferenciar como profissional.